Roncarati Publisher-Funpresp-Jud News, 06.17.2022



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Come back

Photo: Extra / Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo

“It gets out of the cabinet, removes mold, and isn’t left behind,” says 84-year-old Sonia Bonetti to YouTube Internet users. This is one of her mottos and is quoted with friends Gilda (80 years old) and Helena (93 years old). She has been discussing “Boteco Philosophy” at the bar table for over 50 years. Today, everyone can sit with them and hear their stories, cultural tips, health guidelines, and thoughts on life, youth, and old age. Follow @avosdarazão. They already have more than 193,000 followers on Instagram and 86,000 subscribers on the YouTube channel, where they answer their questions.

Avós da Razão is part of a group of senior citizens who are primarily successful on the Internet. Joke with your grandchildren, teach recipes with your sister, show your most daring looks, dub songs, play the piano for a virtual audience, and more in your own style.

“Old people live long and need to find a way to this long old age so that they are not left behind or neglected by society. From 65 to 90 years old, one needs to fill in some way. There’s a year – says Sonia, who doesn’t like being called an “owner.”

For professionals, this kind of activity benefits only the elderly. Maísa Kairalla, a geriatrician who is the coordinator of the Geriatrics and Geriatric Care Transitions Outpatient Clinic at the Federal University of Sao Paulo (Unifesp), believes that the network can create a new world for them.

“It has some very positive aspects. What happened to the brains of many older people in a pandemic is horrifying and there are many cognitive impairments. Therefore, today we are smarter, You need to use technology for that. The brain has the ability to plasticize and everything that stimulates it improves. And in these videos, people stimulate and record the brain (grandchildren, children,). (Friends), strengthening social ties with followers and feeling useful. That’s a new reason to live-the doctor says.

Sonia Bonetti agrees that older people who couldn’t handle technology were very isolated, especially in pandemics. She says she chased and improved her cell phone during this time, even for her first cell phone in her family.

— The old man seems ashamed of being old. Then he takes off his body and says, “This is no longer for me, I will not learn at my age.” It’s a huge self-satisfaction that keeps the old man on the sidelines. So it’s the coolest thing when people say they’ve changed their mindset, changed their lives, changed their minds, or sought new interests. That is the main one.

Reducing laziness, building new relationships, interacting and staying active are also ways to combat depression in old age, affecting up to 13% of the population in this age group, according to Kylala.

Narva Nobrega, 94, has been playing the piano since childhood and now posts videos on Instagram of playing boleros and old songs. On special occasions, he lives with the help of his daughter. For her, sharing her music was a way to stay complete and active.

“It’s an expansion of art and emotion. It nourishes me and makes me want to live more. Comments delight my spirit, not from vanity, but someone listens to me and I When praising, it brings energy-he says.

Against age discrimination

If active participation in social networks is good for older influential people, it could do the same for society. First, as anthropologist Professor Mirian Goldenberg explained, fighting prejudice against the elderly.

— Old age was, and still is, an era of conquest, joy, discovery, and humor. People see old age only from one side, from loss, lack, illness, and ugliness. These influential people show that there are many more things besides that. — It doesn’t matter if they make money or have 500 million or 3 million followers, but these people, like most older people, are invisible, useless, and lack of hearing. Came out of [como preferem ser chamados, segundo ela.

Para Goldenberg, esses vídeos, quando assistidos por pessoas mais jovens, são também uma oportunidade para que abram os olhos para quem está ao lado deles — os idosos das suas próprias famílias, vizinhos ou amigos.

— Se você está interessado, pode enxergar o que a velhice é e não o que temos medo que seja. Talvez esses influenciadores consigam fazer com que as pessoas vejam e escutem quem está em suas casas, em vez de dar ordens, tirar autonomia ou esquecer deles. Eles mostram o que sabem fazer e como podem ser úteis, como aquela que sabe cozinhar ou a que toca piano lindamente. O segredo é transformar isso numa prática dentro das próprias casas. E os velhos se sentirem ouvidos, reconhecidos, respeitados, e não abandonados.

Autenticidade

Os idosos influenciadores encantam porque trazem algo não tão comum nas redes sociais, sempre tão fartas de mulheres com corpos perfeitos de biquíni ou dancinhas esquisitas: a autenticidade. Como diz a antropóloga, são espaços em que não existe a frequente “angústia da comparação e do fracasso” para quem os assiste.

Assim como as alegrias e talentos, eles relatam suas dores e dificuldades, e não temem usar algum palavrão para reclamar de um ou outro obstáculo da velhice — mas que não os impede de sair da cristaleira para as telas.


Fonte: Terra/ Dinheiro em Dia

Foto: Terra/

Houve um tempo em que dar uma mesada era uma forma de iniciar a educação financeira de uma criança. A forma como ela iria tratar a mesada abria espaço para diálogo com os pais sobre o assunto. Os tempos mudaram. Muito. Cartões digitais e celulares estão nas mãos das crianças, mas como fica a educação financeira nessa situação?

A Roberta, mãe do Bruno, de 14 anos, e da Bianca, de 8 anos, se adaptou à realidade atual. Ela se cadastrou no aplicativo de uma fintech como forma de ensinar educação financeira, na prática, para o filho de 14 anos, que é atleta da Seleção Brasileira de Karatê e costuma viajar sem a presença dos pais.

“Sempre falamos sobre o valor do dinheiro em casa, mas o aprendizado diário, na prática, tem sido essencial para entendermos as necessidades de consumo. Conversamos sobre finanças de uma maneira mais real e descontraída. Com certeza, no futuro ele terá uma melhor relação com o dinheiro”, afirma Roberta.

As opções que os pais possuem para educar

Existem diversos apps de controle financeiro que são tão simples que podem ser usados por adolescentes e até mesmo crianças para administrar suas finanças. É o caso de Organizze e Mobills, que fazem sucesso entre o público mais jovem que se preocupa em fazer um controle mínimo de suas contas.

Para plataformas mais completas, a opção é o Mozper, app da fintech que promete “ajudar pais, mães e responsáveis a educar crianças e adolescentes para tomar decisões financeiras inteligentes e responsáveis por meio de um aplicativo e cartão pré-pago com função crédito e tecnologia de pagamento por aproximação”.

“Nosso objetivo é justamente resolver isso. Queremos promover educação financeira, na prática, para crianças, adolescentes e ser o sistema operacional financeiro da família”, explica Gabriel Roizner, co-founder e CEO da Mozper.

O diferencial do app é que ele permite que os pais estabeleçam metas de poupança e até recompensas para quando arrumar o quarto, por exemplo. E, evidentemente, bloqueio da mesada como forma de castigo.

“É uma oportunidade para pais e filhos conversarem sobre dinheiro, entenderem as necessidades de consumo e de educar para uma vida financeiramente responsável, de maneira fácil e atrativa”, complementa Roizner. “Acreditamos que o ensino de educação financeira na prática desperta mais interesse e é o método mais eficaz para essa faixa etária. A educação financeira é consequência da repetição de atividades que estimulam a criação de bons hábitos e uma relação saudável com o dinheiro.”


Foto: O Estado de Minas

O Brasil é um país em desenvolvimento e que nas últimas décadas tem apresentado um vertiginoso crescimento da população idosa. Atualmente, quase 15% dos brasileiros já contam com mais de 60 anos de idade. Com esta modificação na estrutura etária brasileira, muitas alterações sociais estão sendo vivenciadas, tais como declínio da natalidade e o prolongamento da expectativa de vida, além da mudança do perfil de morbimortalidade dos brasileiros.

E a estrutura dos lares brasileiros também vem sofrendo importantes transformações nos últimos anos, como, por exemplo, a redução da capacidade de suporte familiar e social aos idosos que, por opção ou não, passaram a viver só. Muitas são as causas para que os idosos morem sozinhos, tais como a perda do cônjuge, mudança dos filhos, falecimento de parentes próximos, ou mesmo mais desejo de autonomia.

Dados publicados no estudo Saúde, Bem-estar e Envelhecimento evidenciam que, na cidade de São Paulo, a quarta maior cidade do planeta, 15% dos idosos residem só, sendo que mais de 16.000 deles têm mais de 90 anos de idade.

A condição de viver só traz benefícios, não há dúvidas de que o idoso ganha em autonomia e capacidade de gerir a própria vida. Porém, o viver só pode trazer consigo uma sensação de solidão, abandono e que, acompanhados dos transtornos de humor e depressão, tão comuns na maturidade, podem representar uma carga muito pesada a ser suportada pelo idoso.

Como muitas vezes os familiares e o serviço público de saúde não apresentam condições mínimas para cuidar desses indivíduos, conforme é preconizado na Política Nacional do Idoso e no Estatuto do Idoso, esse sujeito pode tornar-se mais vulnerável ainda às dificuldades sociais, econômicas, de acesso à saúde, de deslocamentos e dos cuidados básicos, já que grande parte tem uma ou mais doenças.

Os idosos em geral, e os que moram sozinhos, podem apresentar quadros de hipertensão arterial, doenças articulares e diabetes, muitos deles fazendo uso de vários medicamentos. E relatam dificuldades para realizar atividades básicas da vida diária, tais como as tarefas domésticas, alimentação, higiene, mobilidade.

Os relatos mostram que muitas vezes esses idosos são assistidos por vizinhos, voluntários, agentes de saúde ou assistentes sociais. Com tantas dificuldades e limitações, que muitas vezes são evidenciadas ainda mais pelo ato de viver só, o que percebemos é que, na maioria dos casos, o viver só não é uma opção do idoso, mas sim ausência dela.

Para aqueles que moram só e o fazem por opção, infelizmente a ignorância, o preconceito e o desconhecimento sobre o processo de envelhecimento podem acabar reforçando a ideia de que idosos devem ficar trancados em casa porque é mais seguro. Tal ideia equivocada pode trazer ainda maiores dificuldades de relacionamento intergeracional e incompreensão das dificuldades enfrentadas pelo idoso, muitas vezes doente, que reside só.

Ter a noção de pertencimento, ser importante e significativo para alguém, poder contar com apoio e solidariedade de outras pessoas, dá sensação de segurança e permite que o idoso tenha apoio social em casos de necessidades. A ausência desse suporte social apresenta-se como mais um problema a ser enfrentado pela pessoa idosa.

Além da estruturação do Estado no cuidado com o idoso, cabe também a nós, membros da sociedade, ter iniciativas que permitam uma melhor qualidade de vida dos nossos antepassados, tais como acessá-los através de aplicativos de conversas escritas e de vídeo.

É importante doarmos parte do nosso tempo para honrar nossos idosos, solicitando que eles nos contem histórias, declamem poemas, cantem músicas de sua preferência ou mesmo nos façam orações: reconhecer a vulnerabilidade da pessoa idosa e a auxiliar é um modo de reconhecer em nós a beleza da vida.

Não nos esqueçamos: os velhos de amanhã seremos nós. Quanto mais lutarmos agora pela manutenção da qualidade de vida na velhice, quando ela chegar para nós, maiores serão as conquistas e o bem-estar de viver que teremos.

Parafraseando Simone de Beauvoir, em seu belíssimo livro A velhice, se quisermos assumir a nossa condição humana na totalidade, para começar, não podemos mais aceitar com indiferença a infelicidade da idade avançada, mas devemos sentir que isto é algo que nos diz respeito.


Fonte: Exame/ Bússola/ Maria Carolina Cristianini, editora-chefe do jornal Joca, para crianças e adolescentes, e Jornalista Amiga da Criança

Foto: Exame

Em abril, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou seja, a inflação oficial do Brasil, foi de 1,06%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número foi o maior para o mês desde 1996 – quando bateu em 1,26%. Vivemos uma época de alta nos preços, como os dos combustíveis e dos alimentos, consequências de diversos fatores, como a guerra na Ucrânia.

O tema ronda o dia a dia dos adultos, inevitavelmente, mas você já parou para pensar que essa realidade também se reflete no cotidiano das crianças? Afinal, além do que acontece próximo a elas, como as questões que envolvem o orçamento familiar, as crianças são parte integrante da sociedade, como qualquer outra pessoa em nosso país.

Será que os jovens de sua convivência, como seus filhos, sobrinhos ou netos, conseguem compreender o que é a inflação? Ou têm a real percepção de que fatos que se passam em locais tão distantes, como a Ucrânia, geram impacto econômico em nosso país? Mora aí a importância do tema deste texto: a educação financeira na infância.

As diversas crises enfrentadas na atualidade, em decorrência da pandemia de Covid-19 e, mais recentemente, da guerra na Ucrânia, demonstram a necessidade de preparar os jovens para encarar desafios econômicos. Essa, aliás, é uma recomendação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): “A educação financeira deve começar na escola. As pessoas devem ser educadas sobre questões financeiras o mais cedo possível em suas vidas”, diz o documento “Recomendação sobre os Princípios e as Boas Práticas de Educação e Conscientização Financeira”, da entidade, publicado em 2005.

Como ressalta a OCDE, o trabalho sobre o tema com estudantes, dentro da sala de aula, é fundamental nesse processo. Ele não precisa, e nem deve, estar restrito ao ambiente escolar. O mundo que rodeia a todos – crianças incluídas – oferece diversas oportunidades para que, passo a passo, os mais jovens passem a se informar sobre economia e finanças. Muito pode ser conquistado nesse caminho se crianças e adolescentes acompanharem o noticiário diário.

A melhor ferramenta para isso é o jornalismo infantojuvenil, ou seja, especializado em levar as notícias para os jovens. Com linguagem adequada, contextualização e curadoria de temas, o noticiário pensado para essa faixa etária torna as crianças capazes de entender o que é inflação, como os juros atuam e de que forma os mais diversos eventos mundiais – sejam eles positivos ou negativos – influenciam nos preços de tudo que o que compramos. Além, é claro, de auxiliar na compressão sobre a forma como as famílias dessas crianças vai viver – ou conseguirá viver, dependendo da sua realidade.

Notícias para crianças que falam sobre economia e finanças, ainda mais dentro de um jornal focado no público infantojuvenil, são uma bela ajuda para que pais e responsáveis levem o assunto para dentro de casa. O noticiário pode servir como um início de conversa para que a família explique os gastos que possui e encontre caminhos para economizar quando for necessário. Todo mundo sai ganhando. E, no futuro, teremos adultos muito melhor preparados para lidar com as finanças pessoais e com as interferências que os acontecimentos mundiais trazem para o dia a dia, onde quer que se esteja.


Foto: Valor Investe/ Freepik

Em um contexto de desdobramentos ainda incertos da pandemia e guerra entre Rússia e Ucrânia, a inflação alta persiste em muitos países. E isso tem feito os consumidores mudarem seus hábitos. Pelo menos é o que mostra o relatório “Lidando com a crise inflacionária em curso”, feito pelo Departamento de Estatística da Euroconsumers e distribuído no Brasil pela entidade de defesa do consumidor Proteste.

O levantamento foi feito em cinco países: Bélgica, Itália, Portugal, Espanha e Brasil. No cenário local, o pano de fundo é a inflação atingindo 4,78% no ano, como mostraram os dados do IPCA de maio. Nos últimos 12 meses, o indicador mostra uma variação de 11,73%.

Com isso, os brasileiros passaram a mudar seus hábitos de consumo em relação a moradia, energia e água; nutrição; lazer e cultura; mobilidade e até mesmo cuidados com a saúde.

Segundo o levantamento, 39% das pessoas consideram que sua situação financeira está pior do que no ano passado. Já 16% afirmam estar melhor. Os outros 45% dizem estar na mesma situação.

Moradia, energia e água

De acordo com o levantamento, 91% dos consumidores brasileiros mudaram seu comportamento em relação à moradia, energia, água.

A pesquisa ainda mostrou que 70% dos respondentes começaram a desligar mais os eletrodomésticos ou evitar usá-los para poupar eletricidade enquanto 41% disseram ter começado a racionar o uso de água.

Nutrição

Outros 91% disseram ter mudado seus hábitos de nutrição. Segundo a pesquisa, 65% passaram a comprar marcas mais baratas nos mercados. Já 49% passaram a comprar menos carne, peixe ou frango e 41% disseram ter cortado itens não-essenciais de alimentação.

Lazer e cultura

Segundo 85% mudaram seu consumo de lazer e cultura. 47% afirmam ter reduzido atividades sociais como frequentar restaurantes ou bares, já 39% disseram ter reduzido idas ao teatro, cinema, exposições, etc. Já 36% disseram ter adiado ou cancelado a compra de produtos de lazer como jogos de videogame e outros hobbies.

Mobilidade

O levantamento ainda mostrou que 83% mudaram seus gastos com mobilidade.

Segundo a pesquisa, 45% passaram a usar menos o carro desde que a guerra começou e passou a afetar os combustíveis. 33% disseram ter passado a andar mais a pé ou de bicicleta e 29% começaram a usar mais transporte público.

Saúde

Até os cuidados com saúde não saíram ilesos. 52% dos respondentes disseram ter mudado seus gastos nesse segmento.

Algumas das ações dos consumidores foram cancelar e adiar consultas ou tratamentos odontológicos (citado por 29%), cancelar ou adiar consultas e tratamentos médicos (apontado por 26%) e até mesmo o cancelamento de compra de óculos e aparelhos auditivos (citado por 20%). Nem a terapia saiu ilesa. Segundo a pesquisa, 13% adiaram ou cancelaram sessões.


Foto: Extra/ Maria Isabel Oliveira/Arquivo 31.03.2021

Poucos duvidam da frase “é melhor ser alegre que ser triste”, eternizada por Vinícius de Morais no “Samba da bênção”. Agora é a ciência que comprova: o otimismo faz bem à saúde e pode até aumentar a longevidade, pelo menos das mulheres, que foram objeto de uma pesquisa recente. O estudo, publicado semana passada na revista acadêmica Journal of the American Geriatrics Society, indica que ter um estilo de vida baseado em pensamentos positivos pode garantir mais alguns anos de vida.

Reportagem da revista Galileu destacou que, de acordo com as observações dos pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, responsáveis pelo trabalho, mesmo o otimismo sendo algo influenciado por fatores sociais, manter uma atitude positiva é benéfico independentemente de raça e etnia.

“Nossas descobertas sugerem que há valor em focar em fatores psicológicos positivos, como possíveis novas maneiras de promover a longevidade e o envelhecimento saudável em diversos grupos”, disse Hayami Koga, doutoranda no Departamento de Ciências Sociais e Comportamentais na Escola Chan de Saúde Pública de Harvard, em comunicado.

Em um estudo anterior, o grupo de pesquisa havia determinado que o otimismo estava ligado a uma vida útil mais longa, que foi definida como viver além dos 85 anos de idade. Entretanto, por terem analisado principalmente populações brancas naquele trabalho, Koga e seus pares entenderam a necessidade de incluir mulheres de todos os grupos raciais e étnicos.

Para a pesquisa, a equipe analisou dados e respostas de cerca de 160 mil mulheres participantes da Women’s Health Initiative, que incluiu norte-americanas na pós-menopausa. Os resultados mostraram que as 25% mais otimistas provavelmente teriam uma expectativa de vida 5,4% maior e uma probabilidade 10% maior de viver além dos 90 anos do que as 25% menos otimistas.

Essas tendências se mantiveram mesmo depois de levar em consideração dados demográficos, condições crônicas e depressão. Fatores como exercícios regulares e alimentação saudável foram responsáveis por menos de 25% da associação entre otimismo e expectativa de vida, indicando que outros aspectos podem estar em jogo.

Segundo Koga, incluir grupos diversos na pesquisa é importante para a saúde pública, porque muitos têm taxas de mortalidade mais altas do que as populações brancas.

“Tendemos a nos concentrar nos fatores de risco negativos que afetam nossa saúde. Também é importante pensar nos recursos positivos, como o otimismo, que podem ser benéficos para nossa saúde, especialmente se percebermos que esses benefícios são vistos em grupos raciais e étnicos”, destacou a pesquisadora.


Os consumidores precisam ficar atentos às ofertas, à demanda e aos benefícios e nutrientes que os alimentos nos trazem. Uma dica é sempre procurar alimentos da estação. Confira a matéria do Bora SP com dicas de nutricionista:

sauce: Funpresp-Jud, 06.17.2022.

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